| |
|
Praça Presidente João Pessoa
Um marco na paisagem humana e geográfica da
capital. Pelos salões decorados com cristais
tchecos, passeavam os barões da
cana-de-açúcar. Antes de receber o nome do
Presidente paraibano assassinado, chamou-se
seguidamente: Largo da Igreja do Colégio,
Pátio do Palácio, Largo do Comendador
Felizardo, Praça Felizardo Toscano e Jardim
Público (Este começou a ser construído em
1879, foi concluído em 1881 e neste mesmo
ano recebeu um auto gradil de ferro).
|
|
A praça propriamente dita foi iniciada pelo
Presidente Luiz da Motta Feo e inaugurada a
13 de maio de 1803, no aniversário de D.
João VI, depois de nela terem trabalhado
índios e escravos destacados por famílias de
posses. Anteriormente, possuía coretos,
afinal substituídos pelo atual busto de João
Pessoa. Sempre se constituiu em ponto de
encontro de estudantes, intelectuais e do
público em geral. É cercada de velhos e
históricos prédios, como o Palácio da
Redenção, a Faculdade de Direito (Antigo
Colégio dos Jesuítas) e o Tribunal de Justiça. O prédio do antigo “A União”,
jornal
oficial do Estado, foi demolido há
alguns anos
para dar lugar à nova Assembléia
Legislativa.
|
|

Porque reúne o Palácio do Governo, a
Assembléia Legislativa e o Tribunal de
Justiça, a praça é por vezes chamada de
“Praça dos Três Poderes”, embora não seja a
denominação oficial. O busto central foi
colocado a 8 de setembro de 1933, com a
presença de Getúlio Vargas, e é em granito e
bronze. É toda ajardinada, possui velhos
bancos, está sempre verde e exibe ao turista
suas palmeiras imperiais, plantadas ao redor
das alamedas por Álvaro Machado. |
|
|